sexta-feira, 29 de novembro de 2013

CUIDADO - NOVO GOLPE DO CARTÃO DE CRÉDITO

CUIDADO - NOVO GOLPE DO CARTÃO DE CRÉDITO


DIVULGUEM GALERA NOVO GOLPE COM CARTÃO DE CRÉDITO - CRIATIVIDADE EXCEPCIONAL ATENÇÃO! LEIA COM MUITA ATENÇÃO, POIS É MUITO BEM FEITO E DIFÍCIL DE PEGAR.
Você estará mais bem preparado para se proteger entendendo este novo tipo de fraude com cartões de crédito feito via telefone. Os ladrões estão cada dia mais criativos! Você recebe uma chamada e a pessoa diz: 'Estamos ligando do Departamento de Segurança da VISA (por exemplo). Meu nome é 'Fulano' e meu número de identificação funcional é 'tal'.. O Sr. comprou 'tal coisa' ( qualquer coisa bemestranha, como um 'dispositivo Anti-Telemarketing') no valor de R$ 497,99, de uma empresa em Porto Alegre? (eles dizem um valor entre R$ 299,00 e R$ 499,00, justamente abaixo do valor limite de R$ 300,00 ou R$ 500,00, que acionaria a maioria dos alertas das verdadeiras operadoras; o lugar também pode mudar, incluindo outros países ).
É óbvio que você responde que não, ao que se segue:' Provavelmente, seu cartão foi clonado e estamos telefonando para verificar. Se isto for confirmado, estaremos emitindo um crédito ao seu favor. Antes de processar o crédito, gostaríamos de confirmar alguns dados: o seu endereço é tal?' ( Isto pode ser encontrado facilmente das listas telefônicas via Internet). Ao você responder que sim, o golpista continua:'Qualquer pergunta que o Sr. tenha, deverá chamar o número 0-800 que se encontra na parte traseira de seu cartão e falar com nosso Departamento de Segurança. Por favor, anote seguinte número de protocolo' - o bandido lhe dá então um número de 6 dígitos e pede:'O Sr. poderia lê-lo para confirmar?' Aqui vem a parte mais importante da fraude. Ele diz então: 'Desculpe, mas temos que nos certificar de que o Sr.. está de posse de seu cartão. Por favor, pegue seu cartão e leia para mim o seu número'. Feito isto, ele continua: ''Correto. Agora vire o seu cartão e leia, por favor, os 3 últimos números (ou 4 dependendo do cartão)'. Estes são os seus 'Números de Segurança' (Pin Number), que você usa para fazer compras via Internet, para provar que está com o cartão ! Depois que você informa os referidos números, ele diz: 'Correto! Entenda que era necessário verificar que o seu cartão não estava perdido nem tinha sido roubado, e que o Sr. estava com ele em seu poder.
Isso confirma que o seu cartão foi mesmo clonado, infelizmente. O Sr. teria alguma outra pergunta?' Depois que você diz que não, o ladrão agradece e desliga. Provavelmente, em menos de 10 minutos, uma compra via internet será lançada no seu cartão, e muitas outras, caso você não perceba a fraude até a chegada do extrato.
Como se proteger desta ação criminal? É quase inútil fazer denuncias à polícia. Até nos USA é difícil o rastreamento destas ligações. Caso receba este tipo de ligação, você pode falar para o bandido desligar que você mesmo fará a ligação para o 0800 da sua operadora.
Mas, mesmo que você desligue, fica claro que a melhor maneira é estar alerta e comunicar a todo o mundo sobre a existência de mais este golpe. Assim sendo, por favor, passe isto adiante para todos seus amigos. Mantendo-nos informados, nos protegeremos! É ISSO AEW GALERA VAMOS ABRIR NOSSOS OLHOOOOSS....

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Oposição vai ingressar com ação contra taxa de incêndio, diz deputado

Oposição vai ingressar com ação contra taxa de incêndio, diz deputado

Deputado destaca que governo Wagner quer bancar a reestruturação do Corpo de Bombeiros cobrando mais um imposto

Deputado Bruno Reis quando se sua filiação ao PMDB ao lado de Graça Pimenta
Foto: BJÁ
O deputado estadual Bruno Reis (PMDB) anunciou nesta quarta-feira (06), no plenário da Assembleia Legislativa, que a oposição vai ingressar nos próximos dias com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) contra a taxa de combate a incêndios. A iniciativa acontece simultaneamente a uma ação com o mesmo objetivo que será apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo PTN. O parlamentar peemedebista afirmou que a oposição já trabalha na elaboração da Adin para que seja suspenso o pagamento da taxa por pessoa jurídica e condomínio.

Para Reis, a cobrança feita pelo governo estadual não é razoável na medida em que se justifica por uma possível utilização dos serviços prestados pelo Corpo de Bombeiros. “Entendemos que taxas devem ser pagas mediante uma contraprestação, o que não ocorre nesse caso, já que o pagamento deve ser feito utilizando ou não os serviços. A estruturação do Corpo de Bombeiros é justa, mas a população baiana não pode, mais uma vez, pagar a conta. Se há utilização dos Bombeiros, é até admissível que se cobre, embora não seja justo. A população já não pode mais suportar arcar com serviços públicos”, afirmou o deputado.
O governo estadual, conforme afirmou o parlamentar, já reconheceu que a proposta de cobrança foi feita de forma equivocada. “Queriam cobrar dos cidadãos como um todo, e um governo com baixa popularidade não tem condições de bancar a iniciativa politicamente. Por isso, resolveu restringir às pessoas físicas e condomínios. Isso, no entanto, não reduz o abuso”, considerou, lembrando que o projeto foi aprovado ao final do último ano, durante a noite, como costuma acontecer com projetos impopulares enviados pelo Executivo ao Legislativo estadual.

Cobrança - A Taxa de Combate à Incêndio do Estado da Bahia foi criada pela Lei 12.605 de 2012 com o argumento de estruturar o Corpo de Bombeiros. O projeto de lei foi aprovado alcançando pessoas físicas e jurídicas. A lei terminou modificada recentemente, restringindo o pagamento a pessoas jurídicas e condomínios que registrem consumo de mais de 12 mil quilowatts/hora por ano de energia elétrica. A taxa, no entanto, não será cobrada na conta de luz, mas através de Documento de Arrecadação Estadual (DAE), sendo o consumo utilizado como parâmetro para cálculo.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Jaques Wagner: "É preciso ter penas mais duras contra vandalismo"

Jaques Wagner: "É preciso ter penas mais duras contra vandalismo"

Enquanto Salvador sofre com uma onda de roubos, arrastões e assassinatos, o governador Jaques Wagner demonstra preocupação com o vandalismo ocorrido no eixo Rio-São Paulo. Em entrevista a coluna de Felipe Patury, da Revista Época, Wagner quer penas mais duras para o vandalismo. Ele considera que a legislação atual é condescendente com quem depedra o patrimônio público e o privado.

O governador reclama que a pena para vândalos hoje é de apenas seis meses a três anos. Como é curta, na sua opinião, acaba incentivando a depredação e destruição do patrimônio.

Manifestante

O governador começou na política em manifestações públicas. Aliás, numa das maiores delas, a Passeata dos Cem Mil, na qual, em junho de 1968, estudantes do Rio de Janeiro protestaram contra a morte de Edson Luís de Lima Souto, baleado a queima-roupa por militares enquanto jantava no restaurante carioca Calabouço. Aluno de cursinho no Centro do Rio, Wagner ouviu a passeata e se juntou à multidão.

"Foi aí que começou a minha carreira política. Um dia emocionante. Vi o Vladimir Palmeira discursando agarrado em um poste", diz, em referência a uma foto famosa do ex-líder estudantil e, depois, fundador do PT. Wagner reclama que a pena para vândalos hoje é de apenas seis meses a três anos. Como é curta, na sua opinião, acaba incentivando a depredação e destruição do patrimônio.
Voz de Feira via BocaoNews

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ten. Cel. PM dá carteirada numa blitz e pede punição para o policial que fez a abordagem: Veja o vídeo

Ten. Cel. PM dá carteirada numa blitz e pede punição para o policial que fez a abordagem: Veja o vídeo

A vídeo acima veio à luz nesta terça-feira. Mas a cena se passou há 17 dias, na madrugada de 13 de outubro. Deu-se na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo. Ao deixar uma boate, um cidadão deu de cara com uma blitz da Lei Seca, montada pela PM. Embora relutasse, foi forçado a parar o carro.
Estava sem o cinto de segurança, o braço para fora da janela. Convidado a exibir a habilitação de motorista e os documentos do carro, indagou, dedo em riste: “Você sabe que eu sou coronel da Polícia, né?” E o PM que fazia a abordagem: “Eu não conheço o senhor. Quero a identificação do senhor.”
Em vez da habilitação, o motorista exibiu a carteira de oficial da PM. Lia-se no documento: José Dirceu Pereira, tenente-coronel da Polícia Militar. A ‘carteirada’ deu resultado. O oficial deixou o local sem mostrar os papeis exigidos. O episódio foi narrado no relatório da blitz.
Assina a peça o 2º Tenente da PM capixaba Osvaldo Savergnini do Carmo. Ele anotou que o tenente-coronel Dirceu declarou que os policiais queriam “sacaneá-lo”. Requisitou a devolução de sua carteira funcional, engatou marcha a ré, e saiu sem que lhe fosse dada a permissão. Teste de bafômetro? Nem pensar!
Além das imagens e do relatório, o episódio gerou três telefonemas para um órgão chamado Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes). As ligações foram gravadas. Reportagem do jornal ‘Gazeta’, de onde as informações reproduzidas aqui foram extraídas, traz o áudio das gravações.
Numa, um dos PMs que participavam da blitz pede instruções para o oficial de plantão. Após explicar o que sucedera, ele é orientado a aconselhar-se com o comando do Batalhão de Trânsito. Noutra gravação, feita minutos depois da primeira, outro PM pede à atendente do Ciodes que registre uma ocorrência. Ele narra o episódio sem fazer menção à 'carteirada'.
Na terceira ligação, o mesmo PM pede a outra atendente que cancele a ocorrência que acabara de registrar. A voz feminina pergunta por quê? E o policial informa que recebera ordem de um tal major Bongestad. Tratava-se de de Cleber Bongestad, subcomandante do Batalhão de Trânsito.
José Dirceu Pereira, o tenente-coronel que se considera acima da lei, trabalha, veja você, como assessor jurídico do comandante-geral da PM do Espírito Santo, coronel Edmilson dos Santos. O Ministério Público pediu o afastamento dele e de alguns policiais envolvidos na ocorrência. O pedido foi desatendido.
Embora a narrativa do caso inclua imagem, som e textos, o corregedor-geral da PM, coronel Marcos Celante, disse: “Preferimos avançar um pouco mais nas investigações.” Abriu-se um Inquérito Policial Militar. Noves fora as transgressões militares, há pendências enquadráveis na legislação de trânsito. “A lei é clara. Qualquer pessoa tem que apresentar habilitação e documento do veículo numa blitz”, reconhece o próprio o coronel Celante.
Em sua defesa, o tenente-coronel Dirceu alega que sofreu uma abordagem indevida. Heimmm?!?!? Para ele, só um oficial de patente igual ou superior à sua poderia ordenar-lhe a exibição dos papéis. Ele move processo contra o sargento que o abordou na blitz. Levando-se o raciocínio ao pé da letra, se um general do Exército for pilhado transgredindo as leis ao volante, só o ministro Celso Amorim (Defesa) ou Dilma Rousseff poderiam importuná-lo.
A propósito, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), talvez devesse considerar a hipótese de dar as caras. Levando-se em conta que o infrator, os policiais que se abstiveram de multá-lo e os superiores que o protegem continuam nos respectivos postos, alguém precisa demonstrar que o Estado tem comando. Josias de Souza blog.
Veja outra reportagem noticiando o fato click no link:
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/10/noticias/cidades/1466230-tenente-coronel-da-carteirada-na-saida-de-boate-e-foge-da-blitz-da-pm.html