segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Operação militar dá outro perfil à segurança interna


Operação militar dá outro perfil à segurança interna

Desde o lançamento do Plano Estratégico de Fronteira, pelo Governo federal, em 2011, a Operação Ágata vem dando um novo perfil à segurança pública, ao mesmo tempo em que permite maior visibilidade às Forças Armadas, com um papel mais efetivo na segurança interna.

Agora, em sua quinta edição, a movimentação militar está acontecendo numa extensão de 3,9 mil quilômetros de fronteiras, de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, ao Chuí, no Rio Grande do Sul, área que nesses dias está sob proteção direta das Forças Armadas

Com quase 15 dias de mobilização, a Operação Ágata V vem fazendo bloqueio na linha internacional que avança até 150 quilômetros para o interior do País, empregando milhares de civis e militares, coordenados pelo Ministério da Defesa. A área crítica de patrulhamento está as cidades de Foz do Iguaçu (PR) e Corumbá, onde ocorre a maior incidência de tráfico de drogas e contrabando.

(Correio do Estado)


Acesse o Artigo Original: http://www.uniblogbr.com/2012/08/operacao-militar-da-outro-perfil.html#ixzz246G8bxvr

Padre é esfaqueado quando rezava missa na catedral


Padre é esfaqueado quando rezava missa na catedral

O monsenhor Jamil Nassif Abib, de 72 anos, vigário-geral da Diocese de Piracicaba (SP), foi esfaqueado na noite deste domingo (19) enquanto celebrava missa na Catedral de Santo Antônio, onde é pároco. Ele foi atingido no tórax e socorrido na Santa Casa de Piracicaba. Segundo a assessoria de imprensa da Diocese, o padre está consciente e com quadro de saúde estável. O monsenhor também se feriu na cabeça e no braço ao cair após o golpe. O padre foi submetido a uma cirugia por volta das 22h30 deste domingo para a colocação de um dreno no local do ferimento, já que houve rompimento de vasos sanguíneos. Ele deve permanecer internado em observação por um período de cinco a sete dias.
A Guarda Municipal prendeu Luiz Fernando Gonçalves, de 24 anos, pelo atentado. Segundo fiéis que acompanhavam a missa, o rapaz entrou pela porta lateral da igreja, ficou por ao menos cinco minutos observando os quadros na parede e, sem motivo aparente, correu pela capela e esfaqueou o padre, que no momento estava na parte de baixo do altar conduzindo o sermão. "O rapaz gritou 'padre, padre', tirou a faca do bolso e disparou o golpe", disse o publicitário Ariovaldo Romano, que ajudou a conter o agressor.
Gonçalves foi preso em flagrante e levado para o Plantão Policial de Piracicaba, de onde será transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisória) da cidade. Ele deve responder por tentativa de homicídio. Aos guardas municipais, o rapaz disse que esfaqueou o padre "por ordem de Deus". De acordo com informações preliminares, Gonçalves mora no bairro Pauliceia, em Piracicaba, e trabalha eventualmente como guardador de carros na região central do município. O rapaz não aparentava embriaguez ou estar sob o efeito de drogas no momento em que foi preso.
O aposentado Camilo Nelson Pimpinato, que atua como ministro na Catedral, estava no altar no momento do atentado. Ele relatou que houve correria na igreja, que estava lotada para a missa. "Muitos saíram correndo com medo de que o rapaz estivesse armado e atirasse contra os fiéis. Outros ficaram assustados e passaram mal."
A faca usada no crime tem 20 centímetros de lâmina, que se desprendeu do cabo de plástico após o golpe. O monsenhor Jamil Nassif Abib foi atingido no lado esquerdo do tórax, na altura da costela. Não houve comprometimento de órgãos vitais, de acordo com a assessoria de imprensa da Diocese de Piracicaba. O monsenhor nasceu em 4 de março de 1940 no município de  Canitar (SP). Foi ordenado padre em janeiro de 1966 e é pároco da Catedral de Santo Antônio desde fevereiro de 2006.


(G1)


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Bombeiro militar é encontrado morto dentro do grupamento em Campo Grande com tiro na boca


Bombeiro militar é encontrado morto dentro do grupamento em Campo Grande com tiro na boca

Matheus Di Giacomo Gonçalves foi encontrado morto na manhã deste domingo (19), por volta das 5h, quando os colegas de trabalho retornavam de uma ocorrência e o encontraram morto na sala de comunicação do 1° GB (Grupamento de Bombeiros).

Segundo companheiros do grupamento da Costa e Silva, Giacomo foi encontrado morto com um tiro na boca. A arma seria da própria guarnição. Os pais do militar estiveram no local esta manhã e informaram que o rapaz estava solteiro e não sabiam ao certo qual poderia ser a motivação do fato. 

Para os colegas de trabalho, não há explicação para o que aconteceu com o militar. Um deles relatou que ele era um homem tranqüilo e que não estava envolvido em nenhuma confusão.

A perícia técnica esteve no local e vai repassar os detalhes da cena do crime após a conclusão dos trabalhos. O corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto Médico Odontológico de Campo Grande) e o velório será na Pax da rua Maracajú próximo a avenida Ernesto Geisel.


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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A humilhação e o desrespeito aos Direitos Humanos começa na caserna.


A humilhação e o desrespeito aos Direitos Humanos começa na caserna.

ES: Denúncia de humilhação e constrangimento na CFA da PM: alunas soldados dizem que são obrigadas a ficar de camiseta transparente na frente de instrutores.


O comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Dejanir Braz Pereira da Silva, que sempre sonhou em dirigir a unidade, tem agora uma chance de ouro de mudar os hábitos e procedimentos considerados atípicos por parte de alguns oficiais lotados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA), que fica no bairro Santana, em Cariacica.

Na última segunda-feira (13/08), alunas soldados que estão fazendo o Curso de Formação de Soldados (CFSd) teriam sido submetidas a constrangimento e humilhação no CFA por oficiais e alunos oficiais daquela instituição de ensino.

De acordo com denúncia – que o Blog do Elimar Côrtes teve acesso com exclusividade –, na manhã do dia 13 alunas soldados estavam em forma no pátio do CFA e prontas para o início das aulas. Porém, as alunas foram levadas para uma sala de aula pelo aluno oficial Dankas Dominiki Martins, que, com o argumento de que ele deveria fazer uma revista nas fardas, obrigou as alunas soldados a tirarem algumas peças de roupas na frente dele.

Segundo a denúncia, o aluno oficial Dankas ainda teria debochado da reação de constrangimento das alunas ao tirarem algumas peças de roupas que compõem a farda de instrução.

“Pode-se constatar nesse caso um abuso de poder que causou um constrangimento a várias mulheres que estão no CFA para aprender e não serem vítimas de posturas machistas e ilegais por parte daqueles que deveriam estar ali zelando pela boa formação dessas futuras policiais militares”, diz um dos trechos da denúncia.

Quem assistiu a cena, informou ao Blog do Elimar Côrtes que as meninas – alunas soldados – tiveram que tirar o coturno e a gandola (camisa), que é a farda de instrução. O problema é que por baixo da gandola as alunas usam uma camiseta branca, que é um pouco transparente.

“Essa camiseta de malha que usamos por baixo é utilizada pra fazermos educação física, mas quando vamos fazer educação física com ela usamos uma roupa íntima apropriada para minimizar a transparência da malha da camiseta. Nesse dia estávamos de farda chumbão e não estávamos preparadas para ficar com a camiseta de malha, pois não iríamos fazer educação física.
Imagine várias mulheres com camisa de malha semi-transparentes molhadas na frente de oficiais?
É constrangedor para qualquer mulher numa situação dessa! Em pensar que isso acontece no Brasil em pleno século XXI”, relatou uma das alunas soldados.

Após as cenas de humilhação e constrangimento, o comando e os oficiais superiores do CFA foram informados do ocorrido para que tomassem as providências cabíveis.

Se as alunas soldados tivessem que passar por revista íntima – para que seus instrutores verificassem se estavam uniformizadas –, deveriam ter sido submetidas a uma revista feita por instrutora feminino.

Será que algum oficial concordaria se um instrutor mandasse sua filha, namorada ou esposa ficar em situação constrangedora ou humilhante durante uma revista íntima?

Está aí, coronel Dejanir Silva, a chance de ouro para acabar definitivamente com cenas de humilhações e constrangimento no CFA, antes que as orgias sexuais – como as ocorridas há 10 anos, conforme este Blog denunciou.

FONTE - BLOG DO ELIMAR CORTES e BLOG PEC300


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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Familiares de policiais mortos em serviço poderão ter indenização prevista em lei


Familiares de policiais mortos em serviço poderão ter indenização prevista em lei

A Comissão de Segurança Pública vai analisar projeto de lei (PL 4140/12) que garante aos dependentes de policiais e bombeiros militares mortos no cumprimento do dever o pagamento de indenização equivalente a 12 meses da última remuneração.

A proposta padroniza nacionalmente legislações estaduais que tratam do tema. O Decreto-lei nº 667, de 1969, sobre as garantias dos integrantes da PM e dos corpos de bombeiros militares brasileiros, não trata disso. A proposta em tramitação na Câmara diferencia o "cumprimento do dever" do "estar em serviço", como explica o autor, deputado Alexandre Leite, do Democratas de São Paulo.

"Eu só estou garantindo que se o policial morrer fora de serviço, mas em função dele, que ele também tenha direito a esses benefícios."

Um exemplo da aplicação seria indenizar parentes de um policial morto numa ação criminosa em que o bandido o mata apenas por ele ser militar. Outro exemplo: um bombeiro que morre ao tentar salvar um afogado. Mesmo estando de folga, o bombeiro mantinha o dever funcional de agir no salvamento, pois esses profissionais não deixam de ser policiais e bombeiros quando estão fora de serviço. A proposta vem na esteira de casos de dezenas de policiais militares mortos em serviço em São Paulo, como o que foi morto na zona sul de São Paulo por bandidos que o teriam matado após descobrirem sua profissão. No Rio de Janeiro, no final de julho, uma policial militar morreu em um ataque à sede da UPP, Unidade de Polícia Pacificadora, no Complexo do Alemão.

A Constituição estabelece que cabe à União elaborar a norma geral relativa às garantias de policiais e bombeiros, e o autor da proposta acredita que o texto corrige uma injustiça legal, pois a norma federal ignorou as garantias a esses profissionais, entre as quais o atendimento a parentes de um policial ou de um bombeiro militar morto. O deputado Jair Bolsonaro, do PP do Rio de Janeiro, é o relator da proposta na Comissão de Segurança Pública. O texto ainda terá que ser analisado por outras três comissões.
(Rádio Câmara)


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