sábado, 24 de dezembro de 2011

Ceará - Chamada aos militares para o dia 29 de Dezembro.



Chamada aos militares para o dia 29 de Dezembro.


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DF - Polícia Militar suspende 2,3 mil promoções previstas para acorrer hoje



A Polícia Militar suspendeu a promoção de 2,1 mil praças prevista para ocorrer hoje. O reconhecimento por tempo de serviço e merecimento era esperado há mais de 20 anos por alguns policiais. A suspensão, que teria atingido também 200 oficiais, surpreendeu os militares, que não esperavam ser atingidos pela decisão do governo de congelar as promoções em função de supostas irregularidades na ascensão de oficiais que, em dezembro do ano passado, assumiram cargos de confiança na estrutura de governo.

Na ocasião, as promoções efetivadas pelo então governador Rogério Rosso foram contestadas pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal. O órgão de fiscalização determinou que o Executivo e a Polícia Militar deixassem de efetivar novas promoções até “a apuração dos fatos e ulterior manifestação do Tribunal”. A Procuradoria do DF entrou com um mandado de segurança para anular os efeitos da decisão, argumentando que o Estado poderia apurar “com cautela e sem pôr em risco direitos de terceiros, como investigados, e, na hipótese, dos servidores militares que serão promovidos”.

O desembargador Dácio Vieira chegou a acatar os argumentos do GDF, mas, em 8 de novembro último, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) revogou a liminar que amparava a ascensão dos militares (leia entenda o caso). Um cabo que preferiu não se identificar diz estar surpreso com as suspensões. “Não falaram nada. Foi um banho de água fria. Pela lei, com 20 anos de trabalho eu teria que ser segundo sargento”, afirma. Com 21 anos de farda, o PM, que ganha hoje cerca de R$ 4,5 mil, teria mais R$ 1 mil no salário bruto. Ele lamenta a decisão e se diz desmotivado. “Eu adoro ser policial, mas na hora do êxito profissional, isso acontece. Eu vou precisar de um psicólogo para não ir para a rua e fazer uma besteira.”

Um outro policial, que também preferiu o anonimato, afirma que essa decisão beneficia uma minoria. “A liminar que foi cassada não falava da suspensão dos praças. A nossa promoção depende só do Comando-Geral. Se eles quiserem, podem nos promover. Não tem impedimento jurídico nenhum”, afirma. “Íamos comemorar o Natal e as promoções e, agora, nada.”

Nova disputaO Correio apurou que 821 cabos seriam promovidos a sargento; 682 terceiros-sargentos subiram ao posto de segundos-sargentos; 586 segundos-sargentos para primeiros-sargentos e 12 primeiros-sargentos passariam a subtenentes. Além dos praças, cerca de 200 oficiais também seriam recompensados, nenhum deles por agregação. Presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros do DF (Aspra), o sargento João de Deus disse que a medida é um prejuízo para a carreira do policial e um desestímulo ao servidor.

“A decisão judicial em vigor refere-se aos casos dos oficiais, mas respingou nos praças, que são pessoas da atividade fim que realmente trabalham na segurança pública”, critica. A entidade não descarta entrar com ação na Justiça para garantir os direitos dos policiais. Mas, antes, vai tentar o diálogo com o governo e, se não avançar, convocará uma assembleia geral extraordinária em janeiro para que a categoria decida o que fazer.

Procurado, o Comando-Geral da Polícia Militar informou que o pedido de entrevista seria repassado para análise da assessoria jurídica, mas que só iria se pronunciar hoje. Também não confirmou quantos militares seriam promovidos. Por meio da assessoria de imprensa, o secretário-chefe da Casa Militar do DF, coronel Rogério Leão, confirmou que a decisão tem relação direta com o imbróglio envolvendo as supostas promoções abusivas de oficiais, ocorridas no fim de 2010. 

Na última sexta-feira, o governador Agnelo Queiroz já havia declarado que cumpriria a decisão judicial de 8 de novembro. O jurídico do governo passou a estudar a melhor forma de isso ocorrer. Em audiência com a presidente do Tribunal de Contas do DF, Marli Vinhadeli, na tarde da última sexta-feira, ficou acordado que as promoções na PM seriam suspensas até que se chegue a um consenso sobre o que será feito em relação aos processos sob suspeita.

No encontro, ficou acertado que, ainda esta semana, a PM entregaria ao TCDF a lista dos militares promovidos e as circunstâncias da agregação deles. O assunto só voltará a ser discutido no tribunal após 15 de janeiro, quando os servidores voltam do recesso. 

Em entrevista ao Correio na última sexta-feira, o coronel Leão explicou que, até o momento, há dois caminhos possíveis: despromover os policiais agregados somente para ter o benefício ou rebaixar todos os que subiram de patente nos atos do então governador. Leão disse ainda que o Tribunal de Contas pode entender que causará menos prejuízos se mantiver o grupo e congelar as promoções até que eles se aposentem. Mas, por enquanto, a decisão não foi tomada.



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Imagem revela luxo de casa que tinha dinheiro até no esgoto



A Operação Dedo de Deus, que tirou de circulação cerca de R$ 4 milhões do jogo do bicho, mostra que há um grande desafio pela frente, no combate à contravenção. A polícia liberou as imagens da mansão do tio do presidente de Escola de Samba Grandre Rio, Hélio de Oliveira, que permanece foragido













































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A cara do Brasil



IBGE mostra a cara do Brasil são mais de 11.000.000 favelados com um crescimento de quase 100% nos últimos 10 anos




















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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

RS - Sargento morto por policiais do Paraná será sepultado nesta quinta no RS


Familiares, amigos e colegas acompanham o velório desde a madrugada.

Ariel da Silva, de 40 anos, estava há 21 anos na Brigada Militar.

O corpo do policial militar morto ao ser atingido por tiros disparados por policiais civis do Paraná na quarta-feira (21) será sepultado nesta quinta (22), no Cemitério Memorial Parque da Colina, em Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre. O sargento Ariel da Silva, 40 anos, estava há 21 anos na Brigada Militar. Ele deixa a mulher e uma filha adolescente.
Desde a madrugada desta quinta, familiares, amigos e colegas acompanham o velório. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, desmarcou os compromissos de sua agenda pela manhã para comparecer ao sepultamento.
O sargento da Brigada Militar foi baleado na Avenida Planaltina, perto da ERS-020, em Gravataí, por volta da 1h30. Os disparos foram feitos por três policiais civis do Paraná que vieram ao Rio Grande do Sul investigar o sequestro de dois empresários. Segundo o depoimento dos policiais paranaenses, Ariel da Silva foi confundido com um assaltante. Eles teriam sido abordados pelo policial militar à paisana, empunhando uma arma.
A Justiça acolheu pedido da Promotoria de Justiça Criminal de Gravataí e determinou a prisão temporária dos três policiais civis paranenses suspeitos de matar o policial. Segundo o promotor André Luís Dal Molin Flores, os agentes não teriam apresentado argumentos convincentes sobre o episódio.
Além desta, outra ação acabou em morte. No início da tarde de quarta (21), policiais civis de Gravataí, com base em informações repassadas pelos agentes do Paraná, faziam buscas em Gravataí na tentativa de libertar dois empresários que eram mantidos como reféns. No cerco ao cativeiro, houve tiroteio e a morte de um dos reféns. No início da noite, as polícias Civil do Paraná e do Rio Grande do Sul afirmaram que a operação foi comandada por agentes gaúchos.

Ação da polícia do PR foi 'irresponsável e ilegal', diz Tarso

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, criticou a operação da Polícia Civil do Paraná que, em território gaúcho, culminou na morte de um policial militar na madrugada desta quarta-feira. Segundo o petista, a atuação dos agentes paranaenses em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, foi "irresponsável e ilegal", conforme sua assessoria informou ao Terra. O governo afirma "não ter detalhes" sobre uma segunda morte ocorrida na cidade nesta tarde, durante tiroteio.
Tarso se reuniu com o chefe da Polícia Civil do Estado, delegado Ranolfo Vieira Júnior, para discutir o caso, que está sob a avaliação da Secretaria de Segurança Pública. As autoridades gaúchas não foram informadas da operação. O governo entende que a morte do sargento da Polícia Militar Ariel da Silva, que não estava em serviço e morreu alvejado por cinco tiros, é de responsabilidade "única e exclusiva" da Polícia Civil do Paraná, que, em nota, afirma que "iria informar ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) do Rio Grande do Sul quanto à presença dos policiais paranaenses no Estado na manhã desta quarta-feira".
A Justiça gaúcha já decretou a prisão temporária dos três policiais que atiraram contra o sargento. De acordo com o comandante do 17° Batalhão da Polícia Militar, Dirceu Lopes, eles já estão presos em seu Estado e devem ser enviados ao Rio Grande do Sul.
Ariel trabalhou até por volta das 20h e, em torno da 1h de hoje, a 150 m de casa, viu um carro com placa do Paraná. Ao se aproximar, de moto, foi baleado. De acordo com Lopes, os policiais afirmaram que o PM atirou primeiro, "tese que não achamos pertinente", disse o tenente-coronel. O sargento estava há 21 anos na corporação e há 1 ano e meio no setor de inteligência, sempre com "excelente comportamento", segundo o comandante, segundo o qual os agentes paranaenses não prestaram socorro após dispararem contra a vítima.
A ação, segundo a Polícia Civil do Paraná, deveria "dar prosseguimento a uma investigação sigilosa a respeito de uma quadrilha acusada de praticar o crime de extorsão mediante sequestro".
Nesta tarde, um fazendeiro de 50 anos que era mantido refém morreu em Gravataí (RS), em uma troca de tiros entre sequestradores e policiais civis. Ainda não há a confirmação sobre a origem dos disparos - se dos sequestradores ou se de policiais civis gaúchos ou paranaenses.
Em nota divulgada nesta noite, a Polícia Civil do Paraná informou "que não teve participação direta na ação que resultou na morte de um dos reféns, uma vez que apenas as forças gaúchas de segurança foram autorizadas a participar da ação". De acordo com a polícia paranaense, a vítima era o empresário Lírio Poerjio, do município de Quatro Pontes, no oeste paranense. Três suspeitos do sequestro foram presos.
Fonte:TERRA


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