terça-feira, 21 de dezembro de 2010

UMA LINDA HISTÓRIA

UMA LINDA HISTÓRIA


Uma mulher saiu de casa e viu três homens, com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu.

Ela disse:

:-Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo.

:-O homem da casa está? Perguntaram.

:-Não, está fora, ela disse.

:-Então não podemos entrar, responderam.

A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu.

:-Vá, diga que estou em casa e convide-os a entrar.

A mulher saiu e convidou-os a entrar.

:-Não podemos entrar juntos. Responderam.

orque isto? Ela quis saber.

Um dos velhos explicou-lhe.

:-Seu nome é FARTURA, apontando um dos amigos e mostrando o outro; falou: – ele é o SUCESSO e eu sou o AMOR. E completou:

:-Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós vocês querem em sua casa.

A mulher entrou e falou com o marido o que foi dito. Ele ficou atônito e disse:

:-Que bom! Neste caso, vamos convidar a FARTURA. Deixe-o vir e encher nossa casa de FARTURA.

A esposa discordou.

:-Meu marido, porque não convidamos o SUCESSO?

A cunhada deles ouvia do outro canto da casa. Ela apresentou sua sugestão:

:-Não seria melhor convidar o AMOR? Nossa casa então estará cheia de amor.

:-Atentamos pelo conselho de nossa cunhada. Disse o marido para a esposa.

:-Vá lá fora e chame o AMOR para ser o nosso convidado.

A mulher saiu e perguntou aos três homens:

:-Qual de vocês é o AMOR? Por favor entre e seja o nosso convidado.

O AMOR levantou-se e segui em direção a casa.

Os outros dois levantaram e seguiram-no.

Surpresa a senhora perguntou-lhes:

:-Apenas convidei o AMOR, porque entraram?

:-Se você convidasse a FARTURA ou o SUCESSO, os outros esperariam aqui fora, mas se você convidar o AMOR, onde ele for iremos com ele.

DEUS NÃO HABITA EM LUGAR OBSCURO ONDE EXISTE, FOFOCA, INVEJA E INTRIGA, MALEDICÊNCIAS, ELE HÁBITA ONDE HÁ AMOR, HÁ TAMBÉM FARTURA E SUCESSO!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Sargento da PM é preso por se recusar a viajar sem o recebimento de diárias Ler mais: http://policialbr.com/profiles/blogs/sargento-da-pm-e-preso-por

Sargento da PM é preso por se recusar a viajar sem o recebimento de diárias


ANDREZZA TRAJANO

Um sargento da Polícia Militar foi preso anteontem acusado de crime de desobediência, depois de se recusar a ir a uma missão no Município de Uiramutã, sem diária. Ele está recolhido em uma cela do Comando de Policiamento da Capital, em Boa Vista.

De acordo com a Associação dos Policiais e Bombeiros Militares (APBM), o policial não tinha dinheiro para viajar nem se manter no trabalho. Nesse mesmo dia ele teria enviado um documento ao oficial superior, informando que até aquela data não tinha recebido pagamento das diárias para custear as despesas.

Ele estaria amparado na lei complementar nº 051/2001, que prevê o pagamento da diária antecipada. “Porém pode-se aceitar, em casos excepcionais, o pagamento posterior; exceção tolerada em calamidades públicas e em eventos de grande vulto, ou seja, casos inesperados que fujam do planejamento da Polícia Militar. A referida missão em Uiramutã era um evento de rotina – planejado pelo Comando de Policiamento do Interior pelo Comando Geral da PM - devido à falta de efetivo no local”, disse Junot Brito, coordenador jurídico da APBM.

Segundo ele, em missões eventuais, ou seja, não planejadas, existe uma tolerância quanto ao pagamento de diárias, uma vez que o interesse público prevalece. Entretanto, no caso do sargento que foi preso, em que existia ordem de missão, “o pagamento das diárias deveria ter sido antecipado”.

“O sargento chegou a escrever em seu documento que não tinha recursos para arcar com as despesas de responsabilidade do estado, o que comprometeria o sustento de sua família, mas a corporação desconsiderou o documento e o encarcerou”, afirmou Brito, acrescentando que o sargento já havia sido escalado várias vezes para esse trabalho, enquanto existem servidores que ainda não foram para a referida missão com a mesma frequência.

OUTRO LADO – O subcomandante do Comando de Policiamento do Interior, o tenente-coronel Eliabe Campos, foi quem deu voz de prisão ao sargento. Ele explicou que o pagamento das diárias sai com atraso de até um mês, uma vez que não é possível fazer a escala dos policiais de forma antecipada, em razão da complexidade do trabalho da polícia.

Campos disse que o sargento já havia se recusado a ir para essa mesma missão em outra oportunidade e que o caso foi repassado à Corregedoria da PM, que há época instaurou inquérito apuratório. Com a reincidência, a prisão foi “inevitável”. A prisão dele já foi comunicada à Justiça Militar, a quem compete decidir pela manutenção ou não da prisão.

O subcomandante acrescentou que o sargento poderia receber o pagamento da diária posteriormente, já que ele seria levado ao Uiramutã em um carro da PM, dormiria em um quartel e lá também teria alimentação.

“Existe um rodízio de policiais nessa missão. Antes, o policial ficava um ano lá em serviço obrigatório. Agora, passa apenas 15 dias. Não há justificativa para a recusa dele”, ponderou.

fonte : Folha web



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Eu sou Ari Pargendler, presidente deste tribunal. Você está demitido, entendeu?

Eu sou um daqueles idiotas que sempre acreditou que o principal instrumento de uma naçao é a constituiçao. No caso do Brasil, na parte em que a constituiçao trata dos direitos e garantias fundamentais, no caput do artigo 5o, podemos ler o seguinte:

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
E eu nao entendia isso porque vejo que nem todos pagam pelos erros que cometem e recebem um tratamento da justiça muito diferente de um cidadao comum. Pesquisando e filosofando um pouco, consegui alcançar a resposta.
Os direitos sao iguais, mas os deveres nao! A constituiçao deveria mudar este paragrafo incluindo que todos tambem devem ter os mesmos deveres.
Quanta bobagem nao? A constituiçao do Brasil nao vale pra nada. Como se diz no Brasil, é so para ingles ver. O que tem de gente roubando neste governo e que nao acontece nada é algo fenomenal. Eu nao consegui achar em nenhum trecho que diz que roubar é permitido. Tem gente que faz trafico de orgaos e nao acontece nada!
Mas o assunto deste texto é o caso de Marco Paulo dos Santos, ex estagiario do Supremo Tribunal de Justiça de Brasilia. Marco nasceu na Grécia, sua mae é brasileira e ele estagiava no STJ quando foi vitima de uma das piores violencias: O poder de um homem que nao tem carater para ter poder.
O texto publicado no estado esclarece o ocorrido:
A testemunha descreve a cena tal qual a vítima fez constar no boletim de ocorrência. Por volta das 16h do dia 19 de outubro, o estagiário, após entregar um processo na seção de documentos administrativos, que fica no subsolo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, dirigiu-se para a agência do Banco do Brasil no complexo de prédios da corte a fim de fazer um depósito por envelope para uma amiga. Vestindo camisa polo, calça jeans e sapato social, foi informado por um funcionário da agência de que em apenas um dos caixas eletrônicos poderia ser feita a transação. Justamente aquele, em uso por um homem de terno e gravata, aparentando 1,60 metro, que ele inicialmente não reconheceu. Postou-se atrás de linha de espera, traçada no chão da agência. O diálogo que se seguiu foi o seguinte:
- Quer sair daqui? Estou fazendo uma transação pessoal - disse o senhor, após voltar-se duas ou três vezes para trás, "de forma um tanto áspera", como relataria o jovem, em seu português impecável.
- Senhor, eu estou atrás da linha de espera. - foi a resposta, "em tom brando", como contou, ou "de forma muito educada", na confirmação da testemunha.
- Vá fazer o que tem que fazer em outro lugar! - esbravejou o homem em frente ao caixa eletrônico.
- Mas, senhor, minha transação só pode ser feita neste caixa...
- Fora daqui! - o grito, a essa altura, chamou a atenção de pessoas que passavam e aguardavam na agência.
E foi completada pelo veredicto, aos brados:

- Eu sou Ari Pargendler, presidente deste tribunal. Você está demitido, entendeu? Você está fora daqui, isto aqui acabou para você. De-mi-ti-do!


No Brasil, voce ja sabe. Alguem que tenha um bom cargo publico so pode ser julgado pelo STF, aquele que tambem nao serve para nada e nao consegue sequer julgar o mensalao. E o que escrevo a seguir é apenas rotina como ja estamos cansados de ver.

As cameras de segurança que registraram tudo, nao possui as imagens deste ataque gratuito. Foram apagadas ou sonegadas pelo banco onde aconteceu o incidente. O processo aberto para apurar a denuncia de Marco, esta sob segredo de justiça. Segredo de justiça? Por que? Porque estamos falando de pessoas poderosas e que podem tudo. Inicialmente o processo foi remetido a Ellen Gracie que se declarou impedida de julgar por manter relaçoes de amizade com o acusado. E eu que pensava que a justiça era cega! Ao declarar isso, Ellen colocou toda a corte em suspeita uma vez que obviamente as relaçoes de amizade devem se estender aos outros ministros. A lei deveria ser aplicada independente de amizade, ou nao?

Qual segurança podemos ter na justiça se o presidente de um tribunal tao importante quanto este, é capaz de eliminar provas em seu favor, invalidar um ministro pela sua amizade e colocar um honesto cidadao para fora de uma instituiçao que nao lhe pertence, sem que ele tivesse feito absolutamente nada de errado?

O jovem Marco de 24 anos segue a vida sem estagio e sem o dinheiro do cargo que ocupava. Ele superou 200 candidatos a vaga e ficou entre os 10 primeiros. Todo seu esforço para vencer as dificuldades foram por agua abaixo, porque um cretino com proteçao especial usou seus poderes de forma arbitraria para prejudica-lo, pois sabe que esta acima da lei. Abaixo uma foto do Presidente e sua companheira.



Por isso vejo o quanto estava equivocado. Os direitos sao para todos, mas os deveres so para alguns.



Ler mais: http://www.policialbr.com/profiles/blogs/eu-sou-ari-pargendler#ixzz18NK0ISqx

TRABALHAR É MELHOR QUE FAZER GREVE

Texto de Pedro Gomes

Blog Diário de um PM

Sabe qual a melhor maneira para a polícia paralisar suas atividades? Trabalhando e muito. A princípio isso não faz sentido, mas logo se percebe que ao aumentar a quantidade de serviços prestados, rapidamente a “máquina” pára por não dar conta da demanda. Vejamos um exemplo – que nada tem a ver com polícia – para entender o que estou dizendo.

Imagine um site com uma média de visitas relativamente baixa (mil visitas diárias) e repentinamente o número de acessos se eleva para 1 milhão. O que acontece? O domínio sai do ar, porque o servidor (responsável por armanezar o conteúdo) não suporta toda as visitas e “trava”. Ou seja, parou por “trabalhar” demais.

Com o serviço policial militar acontece algo semelhante. Muitas contravenções penais de menor potencial ofensivo são ignoradas para que o serviço continue. A famosa “vista grossa”. Então… O que aconteceria se os agentes de segurança pública decidissem aplicar a Lei para toda e qualquer irregularidade presenciada? A resposta é simples: a polícia pararia.

Quantas horas “perdemos” em uma Delegacia de Polícia durante a realização de um flagrante? Duas? Três? Muitas vezes, bem mais do que isso. Isso significa que a viatura de determinada área que estiver em uma DP inevitavelmente não realizará o patrulhamento, muito menos poderá atender qualquer ocorrência enviada pela Central (COPOM, CIOSP, CIODS…). Pense agora o que aconteceria se todas as guarnições estiverem nas delegacias ocupadas com procedimentos legais? Simplesmente faltaria polícia nas ruas e é justamente aí que o “bicho pega”. Sem polícia nas ruas (já que estão ocupadas nas delegacias), as emergências continuarão a existir e fatalmente se acumularão, uma vez que a Central não disponibilizará de efetivo para atender os chamados da população (190). Viu só como a máquina pára?

Essa maneira de reivindicação foi utilizada com sucesso pela Polícia Militar de Sergipe (PMSE) e já tem servido de modelo para outros Estados. Porque greve é algo que não se cogita (até pelo impedimento constitucional) entre os militares e se a polícia existe para fazer valer a Lei, nada mais justo do que cumprir com o seu dever. O nome disso é Tolerância Zero. Esse é o poder do Movimento Polícia Legal.

Ao que parece, policiais e bombeiros de todo o Brasil já começam a se articular para deflagrarem o MPL com o intuito de forçar nossos representantes políticos a aprovarem a famosa PEC 300. Ao menos no âmbito virtual (blogues, twitter e comunidades do Orkut) já é forte a instigação para lutar por melhorias.

Caso seja aplicado, toda a sociedade sentirá o impacto e é provável que os anseios dos profissionais de segurança pública sejam ouvidos e principalmente atendidos. Sendo assim, caro amigo, FAÇA O PROCEDIMENTO!



Major Fábio diz que se Goveno não pagar a PEC policiais não vão trabalhar Ler mais: http://www.policialbr.com/profiles/blogs/major-fabio-diz-que-se-g

Quinta, 16 de Dezembro de 2010 - 14h46

Major Fábio diz que se Goveno não pagar a PEC policiais não vão trabalhar

O deputado federal Major Fábio declarou nesta quinta-feira (16), em entrevista ao programa Correio Debate, da Rádio 98/FM (Rede Correio Sat), que se o governador eleito da Paraíba, Ricardo Coutinho, não cumprir a lei que concedeu aumento aos policiais militares a partir de janeiro, a Polícia Militar não irá para a rua trabalhar.

Major Fábio, que apoia politicamente Ricardo Coutinho, de antemão disse que irá apoiar a decisão que os policiais militares tomarem. Ele observou que, antes de político, é policial militar e está do lado da sua categoria. "Além disso, os 68 mil votos que tive foi porque estou do lado deles", afirmou.

O parlamentar, no entando, disse acreditar que o governador Ricardo Coutinho irá cumprir a lei que já foi aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado e sancionada pelo Governo do Estado.

Ele disse que seria uma vergonha para ele votar favorável ao reajuste de 61% para os salários dos deputados federais, enquanto os policiais lutam pela conquista da PEC-300, no Pais, e a manutenção da lei que deu aumento à categoria na Paraíba.

O parlamentar participou na quarta-feira da sessão em que a Câmara Federal aprovou o aumento de 61% para eles próprios, mas votou contra. Da Paraíba, além dele, também votou contra o aumento o deputado federal Luiz Couto, do Partido dos Trabalhadores.

A certa altura da entrevista, o parlamentar observou que ninguém vê se dizer que o Brasil vai quebrar porque a Câmara Federal aprovou o aumento dos seus deputados, que terá efeito cascata nas Assembléias Legislativas e Câmaras Federais, mas quando é para dar aumento aos policiais e aprovar a PEC-300, a grande alegação é que o Estado não tem condições e vai quebrar.

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