terça-feira, 29 de julho de 2014

Santander: Verdades que não cabem num extrato

Blogs e Colunistas
27/07/2014
 às 16:02 \ Mercado de ideias

Santander: Verdades que não cabem num extrato

Doze anos depois da ‘carta’, um extrato assusta o PT
O episódio que começou com a singela opinião de um analista do banco Santander e terminou num pedido de desculpas, na vitimização do PT e na demissão de funcionários do banco mostra o crescente constrangimento do debate de ideias no Brasil, já tão pobre e imbecilizado.monkey-covering-eyes-224x300
Dizer que, se Dilma for reeleita, a Bolsa vai cair e o dólar vai subir é como “prever” que o rio corre para o mar, ou que o dia amanhecerá depois da noite.
Ao tentar envenenar a análise clara do Santander, o PT só prova que, além de ser mau gestor da economia, o partido está cada vez mais medroso, mais cheio de mimimi, e mais distante da democracia.
Senhoras e senhores, liberais e conservadores, petistas e tucanos: O dinheiro não aceita desaforo. O dinheiro não é “amigo” de uns, nem tem antipatia com outros. Ele não é um ente político nem partidário. Ele é um freelancer que só busca uma coisa: retorno sobre o investimento. Boa parte do PIB nacional já “votou” no PT em 2006 e até em 2010, uma época em que o partido deixou a economia em paz no seu tripé e foi cuidar dos programas sociais.
Mas, ensinam os livros de economia, os donos do dinheiro são sujeitos excêntricos: eles só acham possível obter retorno quando as regras são claras e estáveis, quando a inflação está baixa, e quando o País cresce. Infelizmente — para a Presidente Dilma, para o mercado e para o País — seu governo falhou nos três quesitos. Nada pessoal, Presidente.
O Santander está certo: se este governo que produz PIBinho atrás de PIBinho e que faz com que empresários represem investimentos for reeleito, as empresas brasileiras valerão menos, o dólar valerá mais, e a economia continuará crescendo pouco ou nada. Isto é uma realidade econômica, mas se você não entende o sentido da frase “não existe almoço grátis”, nem precisa continuar lendo.
Qualquer brasileiro pode se lixar para o valor das empresas, dar de ombros para o valor do dólar, e não se ligar na taxa de crescimento do Brasil — apesar das três coisas terem impacto na sua vida e na do seu vizinho — e pode votar na Presidente Dilma. É um direito dele, assim como deveria ser direito de um analista de banco…. analisar os incentivos dos agentes econômicos, como fizeram os funcionários do Santander.
É curioso que, na eleição de 2002, o então candidato Lula (então conhecido no mercado como Satã) entendeu a importância de se comunicar com o mercado (ainda conhecido no PT como Satã) em sua famosa “carta ao povo brasileiro” — mais conhecida, na piada que a história consagrou, como “carta ao banqueiro brasileiro”. Para quem não se lembra, era uma carta em que o PT jurava que ia honrar as dívidas e não bagunçar a economia que FHC havia acabado de consertar.
É isto mesmo, companheiros. Saboreiem a ironia: o partido que um dia teve a coragem de escrever uma carta pública, renunciando a 20 anos de nonsense econômico, hoje se faz de vítima histérica de uma opinião nada controversa escrita num reles extrato. Pior: não quer que sua política econômica passe pela análise de profissionais de uma empresa financeira que é paga para orientar seus correntistas.
Rui Falcão, presidente do PT, disse ao Estadão: “O que aconteceu é proibido, porque você não pode fazer manifestações que por qualquer razão interfiram na decisão de voto. E aquele tipo de afirmação pode sim interferir na decisão do voto.”
Levada ao limite, a tese de Falcão impediria o debate político, já que qualquer cidadão que emite uma opinião “interfere” na decisão de voto de alguém. Se fosse assim, só nos restaria sentar e assistir à propaganda eleitoral, aquele espaço onde existe tudo, menos verdade.
Os esforços do PT de se fazer de vítima do mercado nessa estória revelam a pobreza intelectual do partido, sua incapacidade de lidar com críticas e seu oportunismo em bancar a vítima. Nos EUA, quando os democratas estão na frente numa corrida eleitoral, os bancos frequentemente dizem que isso é má notícia para o mercado (“vendam suas ações”), pois democratas tendem a querer mais impostos e mais gastos. Apesar disso, não há registro do Partido Democrata ameaçar o JP Morgan ou a Goldman Sachs de “interferir no processo”.
Quanto ao Santander, que assumiu o “erro” e pediu desculpas, também aprendemos uma coisa: Nem o banco mais umbilicalmente conectado com o Governo — com exceção dos próprios bancos estatais — conseguiu controlar uma opinião que, de tão óbvia, passou despercebida por qualquer controle interno.
A postura subalterna do Santander — noves fora a covardia inominável de demitir seu time de analistas — não é, entretanto, de se estranhar. O banco é como o capital: só quer saber de seu retorno. É um negócio amoral.
Já da política se espera muito mais — o livre debate de ideias — e é preocupante que os políticos não estejam à altura das expectativas.
No final das contas, o extrato do Santander só mostrou uma democracia com saldo negativo.
Por Geraldo Samor

terça-feira, 22 de julho de 2014

Planserv alerta as beneficiárias sobre cobrança indevida de obstetras

Planserv alerta as beneficiárias sobre cobrança indevida de obstetras
Ultima Atualização: 03/07/2014 às 16:42:10

Beneficiárias do Planserv que forem alvo de cobrança por obstetras para a realização de partos devem denunciar o fato imediatamente ao plano, informando o nome do médico e o hospital onde opera. Esta é a orientação da coordenação geral da Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais, que não admite e não concorda com nenhum tipo de cobrança adicional.
"Os médicos que insistirem nessa conduta serão alvo de apuração e o Planserv adotará as medidas cabíveis. Estes profissionais poderão, inclusive, ser impedidos de prestar serviços ao plano", afirma a coordenadora-geral do órgão, Sônia Carvalho. 
O Planserv remunera os partos de acordo com valores de mercado vigentes. É um procedimento totalmente coberto pela assistência e as beneficiárias têm o direito de realizá-lo sem nenhum pagamento adicional.
A maioria dos obstetras não faz parte do corpo clínico fechado dos hospitais, ou seja, eles não são funcionários daquelas unidades de saúde. A relação contratual é entre o hospital e o Planserv, o que dificulta o contato direto com os profissionais.
Para fazer a denúncia, as gestantes devem entrar em contato com a Ouvidoria, através do e-mail ouvidoria.planserv1@planserv.ba.gov.br ou do call center (0800 56 6066). Ao ter a ligação atendida, é preciso informar que deseja fazer um registro para a Ouvidoria.
Fonte: Ascom/ Planserv

http://www.portaldoservidor.ba.gov.br/noticias/planserv/planserv-alerta-beneficiarias-sobre-cobranca-indevida-de-obstetras

quarta-feira, 2 de julho de 2014

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

CUIDADO - NOVO GOLPE DO CARTÃO DE CRÉDITO

CUIDADO - NOVO GOLPE DO CARTÃO DE CRÉDITO


DIVULGUEM GALERA NOVO GOLPE COM CARTÃO DE CRÉDITO - CRIATIVIDADE EXCEPCIONAL ATENÇÃO! LEIA COM MUITA ATENÇÃO, POIS É MUITO BEM FEITO E DIFÍCIL DE PEGAR.
Você estará mais bem preparado para se proteger entendendo este novo tipo de fraude com cartões de crédito feito via telefone. Os ladrões estão cada dia mais criativos! Você recebe uma chamada e a pessoa diz: 'Estamos ligando do Departamento de Segurança da VISA (por exemplo). Meu nome é 'Fulano' e meu número de identificação funcional é 'tal'.. O Sr. comprou 'tal coisa' ( qualquer coisa bemestranha, como um 'dispositivo Anti-Telemarketing') no valor de R$ 497,99, de uma empresa em Porto Alegre? (eles dizem um valor entre R$ 299,00 e R$ 499,00, justamente abaixo do valor limite de R$ 300,00 ou R$ 500,00, que acionaria a maioria dos alertas das verdadeiras operadoras; o lugar também pode mudar, incluindo outros países ).
É óbvio que você responde que não, ao que se segue:' Provavelmente, seu cartão foi clonado e estamos telefonando para verificar. Se isto for confirmado, estaremos emitindo um crédito ao seu favor. Antes de processar o crédito, gostaríamos de confirmar alguns dados: o seu endereço é tal?' ( Isto pode ser encontrado facilmente das listas telefônicas via Internet). Ao você responder que sim, o golpista continua:'Qualquer pergunta que o Sr. tenha, deverá chamar o número 0-800 que se encontra na parte traseira de seu cartão e falar com nosso Departamento de Segurança. Por favor, anote seguinte número de protocolo' - o bandido lhe dá então um número de 6 dígitos e pede:'O Sr. poderia lê-lo para confirmar?' Aqui vem a parte mais importante da fraude. Ele diz então: 'Desculpe, mas temos que nos certificar de que o Sr.. está de posse de seu cartão. Por favor, pegue seu cartão e leia para mim o seu número'. Feito isto, ele continua: ''Correto. Agora vire o seu cartão e leia, por favor, os 3 últimos números (ou 4 dependendo do cartão)'. Estes são os seus 'Números de Segurança' (Pin Number), que você usa para fazer compras via Internet, para provar que está com o cartão ! Depois que você informa os referidos números, ele diz: 'Correto! Entenda que era necessário verificar que o seu cartão não estava perdido nem tinha sido roubado, e que o Sr. estava com ele em seu poder.
Isso confirma que o seu cartão foi mesmo clonado, infelizmente. O Sr. teria alguma outra pergunta?' Depois que você diz que não, o ladrão agradece e desliga. Provavelmente, em menos de 10 minutos, uma compra via internet será lançada no seu cartão, e muitas outras, caso você não perceba a fraude até a chegada do extrato.
Como se proteger desta ação criminal? É quase inútil fazer denuncias à polícia. Até nos USA é difícil o rastreamento destas ligações. Caso receba este tipo de ligação, você pode falar para o bandido desligar que você mesmo fará a ligação para o 0800 da sua operadora.
Mas, mesmo que você desligue, fica claro que a melhor maneira é estar alerta e comunicar a todo o mundo sobre a existência de mais este golpe. Assim sendo, por favor, passe isto adiante para todos seus amigos. Mantendo-nos informados, nos protegeremos! É ISSO AEW GALERA VAMOS ABRIR NOSSOS OLHOOOOSS....

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Oposição vai ingressar com ação contra taxa de incêndio, diz deputado

Oposição vai ingressar com ação contra taxa de incêndio, diz deputado

Deputado destaca que governo Wagner quer bancar a reestruturação do Corpo de Bombeiros cobrando mais um imposto

Deputado Bruno Reis quando se sua filiação ao PMDB ao lado de Graça Pimenta
Foto: BJÁ
O deputado estadual Bruno Reis (PMDB) anunciou nesta quarta-feira (06), no plenário da Assembleia Legislativa, que a oposição vai ingressar nos próximos dias com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) contra a taxa de combate a incêndios. A iniciativa acontece simultaneamente a uma ação com o mesmo objetivo que será apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo PTN. O parlamentar peemedebista afirmou que a oposição já trabalha na elaboração da Adin para que seja suspenso o pagamento da taxa por pessoa jurídica e condomínio.

Para Reis, a cobrança feita pelo governo estadual não é razoável na medida em que se justifica por uma possível utilização dos serviços prestados pelo Corpo de Bombeiros. “Entendemos que taxas devem ser pagas mediante uma contraprestação, o que não ocorre nesse caso, já que o pagamento deve ser feito utilizando ou não os serviços. A estruturação do Corpo de Bombeiros é justa, mas a população baiana não pode, mais uma vez, pagar a conta. Se há utilização dos Bombeiros, é até admissível que se cobre, embora não seja justo. A população já não pode mais suportar arcar com serviços públicos”, afirmou o deputado.
O governo estadual, conforme afirmou o parlamentar, já reconheceu que a proposta de cobrança foi feita de forma equivocada. “Queriam cobrar dos cidadãos como um todo, e um governo com baixa popularidade não tem condições de bancar a iniciativa politicamente. Por isso, resolveu restringir às pessoas físicas e condomínios. Isso, no entanto, não reduz o abuso”, considerou, lembrando que o projeto foi aprovado ao final do último ano, durante a noite, como costuma acontecer com projetos impopulares enviados pelo Executivo ao Legislativo estadual.

Cobrança - A Taxa de Combate à Incêndio do Estado da Bahia foi criada pela Lei 12.605 de 2012 com o argumento de estruturar o Corpo de Bombeiros. O projeto de lei foi aprovado alcançando pessoas físicas e jurídicas. A lei terminou modificada recentemente, restringindo o pagamento a pessoas jurídicas e condomínios que registrem consumo de mais de 12 mil quilowatts/hora por ano de energia elétrica. A taxa, no entanto, não será cobrada na conta de luz, mas através de Documento de Arrecadação Estadual (DAE), sendo o consumo utilizado como parâmetro para cálculo.