sábado, 5 de janeiro de 2013

Por que precisamos da POLÍCIA?


Por que precisamos da POLÍCIA?

Livro Homens de Azul
04 de janeiro 2013
Por que precisamos da POLÍCIA?


Como seria a nossa vida sem a polícia? Veja o que aconteceu em 1997 quando uma greve de 18.000 policiais na cidade brasileira do Recife deixou o seu mais de 1 milhão de habitante sem proteção policial. ”Em cinco dias caóticos nessa metrópole litorânea, o índice diário de homicídios, triplicou” disse The Washington Post. “Houve oito assaltos a bancos,arrastão com tiros num shopping e em bairros de classe alta. Ninguém obedece ás leis de trânsito... O IML (Instituto Médico Legal) ficou superlotado devido á onda de crimes, e o maior hospital do Estado não da conta de atender o número de pessoas baleadas e esfaqueadas,que ficam estendidas nos corredores.” O Secretário da Justiça teria dito: ”Estamos presenciando uma anarquia sem precedentes.” Não importa onde vivamos,logo abaixo do verniz da civilização há muita perversidade. Precisamos de proteção policial. É claro que a maioria de nós já ouviu falar de casos de brutalidade, corrupção, indiferença e abusos de autoridade por parte de alguns policiais. É incidente que variam em gravidade de um país para outro.
Mas o que faríamos sem a polícia?
Não é verdade que ela presta muitos serviços, valiosos? Despertai!*entrevistou policial em vários países para saber por que escolheram essa carreira.







• -Revista Quinzenal da Sociedade Torre de Vigia de Bíblia e Tratados- De 08julho2002.pg.3-12


Texto inserido em meu livro ás páginas 87/88 de meu livro, disponível no site abaixo:

https://www.clubedeautores.com.br/book/134907--HOMENS_DE_AZUL
HOMENS DE AZUL, por Ramiro dos Santos Ferreira - Clube de Autores
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Este modesto Autor e Escritor que inicia, vem a publico recorrendo aos caros irmãos, a divulgação,comentários e compra(s) de meu livro que está, disponível no " SITE" :

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Livro: HOMENS DE AZUL

HOMENS DE AZUL


Autor: Ramiro dos Santos Ferreira
Sinopse:
" Homens de Azul" e outras narrativas ( Polícia Militar) trata- se de um despertar à Sociedade acerca da razão,e por que somos loucos e abraçamos o serviço voluntário de Servir e Proteger,etc...que é de forma singela um alerta à esta mesma Sociedade como um todo, o motivo pela qual este jovem um dia decidiu envergar a farda paulista, em resumo " ...É por você que estou morrendo..."

Att. Sgt PM SP Ramiro
Foto: Este modesto Autor e Escritor que inicia, vem a publico recorrendo aos caros irmãos, a divulgação,comentários e compra(s) de meu livro que está, disponível no " SITE" : <a href=https://www.clubedeautores.com.br/book/134907--HOMENS_DE_AZUL Livro: HOMENS DE AZUL HOMENS DE AZUL Autor: Ramiro dos Santos Ferreira Sinopse: " Homens de Azul" e outras narrativas ( Polícia Militar) trata- se de um despertar à Sociedade acerca da razão,e por que somos loucos e abraçamos o serviço voluntário de Servir e Proteger,etc...que é de forma singela um alerta à esta mesma Sociedade como um todo, o motivo pela qual este jovem um dia decidiu envergar a farda paulista, em resumo " ...É por você que estou morrendo..." Att. Sgt PM SP Ramiro" width="403" height="403" />

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Incêndio destrói sede da Secretaria Municipal de Educação


Incêndio destrói sede da Secretaria Municipal de Educação

De acordo com informações do 3º Grupamento de Bombeiros da Polícia Militar, duas unidades foram enviadas ao local para conter as chamas


Diego Mascarenhas
diego.mascarenhas@redebahia.com.br
Atualizada à 0h03
Um incêndio destruiu a sede da Secretaria Municipal de Educação, no Parque Solar Boa Vista, na noite desta quinta-feira (3). De acordo com informações do 1º Grupamento de Bombeiros da Polícia Militar (1º GBM), localizado na Barroquinha, duas unidades do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local para conter as chamas, que consumiram todo o prédio histórico onde morou o poeta Castro Alves.

Chamas consumiram prédio principal do Solar Boa Vista (Foto: Arisson Marinho)

O Parque Solar Boa Vista fica localizado no Engenho Velho de Brotas, para onde foram o prefeito ACM Neto e o secretário de educação João Carlos Bacelar, que acompanham o trabalho de combate ao fogo. Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria de Educação, as chamas ficaram bastante altas, mas ninguém ficou ferido. Dois seguranças do prédio ainda tentaram apagar o incêndio, mas não tiveram sucesso.
Morador viu início de incêndio
De acordo com o historiador Luís Paulo Pinto, de 24 anos, as chamas começaram do lado direito do Solar e logo se espalharam pelos gabinetes no prédio principal. Ele acompanhou o incêndio desde o início e viu o momento em que o secretário da pasta chegou ao prédio. Os bombeiros chegaram ao local cerca de 20 minutos após o início das chamas, que já consumia os dois lados do prédio, de acordo com o jovem em entrevista ao Correio24horas.

Bombeiros tentam controlar as chamas no local (Foto: Arisson Marinho)
Ainda segundo o historiador, duas unidades dos bombeiros e três viaturas da Polícia Militar foram ao local para interditar a área e combater as chamas, que já estavam controladas por volta da meia-noite. " Ouvimos várias explosões. O fogo chegou ao segundo andar do Solar cerca de 10 minutos depois", acrescentou Luís Paulo.


Secretário de educação (no centro) está no local (Foto: Luís Paulo Pinto)

ACM Neto convoca reunião de emergência
O prefeito ACM Neto e o secretário da Educação já anunciaram, através da Agência Geral de Comunicação, uma reunião de emergência para esta sexta-feira (4), a partir das 9h30, no Palácio Thomé de Souza, com o objetivo de avaliar os prejuízos e consequências do incêndio. Também participarão da reunião outros secretários e representantes de órgãos da prefeitura.  Segundo o secretário João Carlos Bacelar, documentos importantes nas áreas financeira e de pessoal não foram atingidos.

Incêndio consumiu todo o prédio na noite desta quinta (Foto: Arisson Marinho)

Ainda segundo a assessoria da prefeitura, o secretário informou que as informações perdidas no incêndio não comprometam a matrícula dos alunos da rede pública municipal. Para João Carlos Bacelar, o prejuízo "material e histórico". Em razão da reunião de emergência, foi cancelada a visita que o prefeito faria ao bairro da Massaranduba, na manhã desta sexta-feira.

PMB lança campanha a favor da privatização dos presídios


PMB lança campanha a favor da privatização dos presídios

O Partido Militar Brasileiro – legenda que está em processo de regulamentação no TSE – surge no cenário político nacional com novas e polêmicas propostas que devem gerar muita discussão pela frente. Levantando a bandeira da segurança pública, o partido anunciou que não medirá esforços para fazer com que os presídios saiam das mãos do Governo e passem a ser responsabilidade da iniciativa privada.
A medida, segundo a direção do PMB, é a única solução para que o sistema prisional tenha mais eficiência e condições para cumprir a sua função de recuperação e ressocialização dos detentos. De acordo com o idealizador do partido, capitão Augusto, da Polícia Militar de Ourinhos, interior de São Paulo, o sistema de gestão atual está falido e a realidade carcerária é palco de condições desumanas e atentatórias à dignidade da pessoa humana, o que se contrapõe a qualquer possibilidade de recuperação. “Os presídios hoje, ao invés de recuperar o infrator, atua como uma verdadeira universidade do crime. Ao passarem anos em condições precárias, eles saem ainda mais revoltados e preparados para continuar na vida marginal”.
Augusto garante que a privatização dos presídios resolveria uma série de problemas, como a superlotação nas unidades, além de proporcionar condições para que os detentos cumpram suas penas com o mínimo de dignidade. “Países que adotaram a interferência da gestão privada estão obtendo bons resultados, como o modelo americano e o modelo francês, que estão em prática há mais de dez anos”.
O presidente do PMB defende ainda que a privatização seria uma alternativa economicamente viável ao poder público. Segundo ele, cada preso custa mais de R$ 40 mil por ano em um presídio federal. “Enquanto isso, o país gasta uma média de R$ 15 mil anualmente com cada aluno do ensino superior”, compara.
Levando em conta detentos de presídios estaduais, onde está a maior parte da população carcerária, e alunos do ensino médio, a distância é ainda maior: R$ 21 mil por ano com cada preso — nove vezes mais do que o gasto por aluno no ensino médio por ano, R$ 2,3 mil. O contraste de investimentos explicita dois problemas centrais na condução desses setores no país: o baixo valor investido na educação e a ineficiência do gasto com o sistema prisional. “É preciso quebrar os paradigmas, todos os aspectos são favoráveis a privatização dos presídios, motivo pelo qual o Partido Militar Brasileiro fará uma grande campanha para sua viabilização”, conclui o presidente do PMB.

Abaixo-assinado – Para a proposta ganhar mais força junto à sociedade, o PMB disponibilizou em seu site – www.partidomilitar.com.br – link para um abaixo-assinado digital a favor da privatização. Capitão Augusto espera recolher milhares de assinaturas nos próximos dias. “Temos certeza que a população é favorável a causa e entende que essa é a única alternativa plausível para amenizar essa situação calamitosa das unidades prisionais”.

Ex-preso acusado de homicídio toma posse como deputado federal


Ex-preso acusado de homicídio toma posse como deputado federal

Três minutos antes de o ex-presidente do PT José Genoino entrar na sala da Presidência da Câmara dos Deputados para tomar posse, o delegado da Polícia Civil alagoana Francisco Tenório passou pelo mesmo corredor sem ser notado pelo batalhão de jornalistas e curiosos que esperavam o petista condenado no processo do mensalão. Chico Tenório, como é conhecido, voltou à Casa após ter passado um ano na prisão e outros sete meses com um tornozeleira eletrônica para monitorar os passos dele, por causa de dois processos em que é acusado de encomendar assassinatos. No caminho e durante a solenidade de posse nenhuma pergunta foi lhe dirigida.
Tenório assumiu a cadeira deixada por Célia Rocha (PTB), que se elegeu em outubro prefeita de Arapiraca (AL). Filiado ao minúsculo PMN, agora com três representantes na Câmara, ele terá como colega de bancada Jaqueline Roriz (DF), que escapou no ano passado da cassação em plenário após ter sido flagrada em um vídeo recebendo propina de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM na capital federal.
O deputado recém-empossado já havia cumprido mandato de deputado federal na legislatura passada. Assim que deixou a Câmara, em fevereiro de 2011, teve sua prisão preventiva decretada por ordem da Justiça estadual. Segundo a acusação do Ministério Público, ele teria, na "posição de líder de uma organização criminosa atuante em Alagoas", ordenado a ação que resultou na execução de duas pessoas em 2005. Ainda responde ação por ser supostamente autor intelectual do assassinato de um ex-policial militar na década de 90.
Tenório passou o Natal de 2011 na cadeia, tendo recebido familiares e ganhado até uma ceia de Natal. Em fevereiro do ano passado, a Justiça alagoana revogou a prisão, mas a substituiu por um monitoramento eletrônico: Tenório ganhou uma tornozeleira para evitar que deixasse a capital do Estado e verificar se ele estava cumprindo a ordem de voltar para sua casa antes das 8 da noite. Só conseguiu retirar o equipamento em setembro, por ordem do Tribunal de Justiça do Estado.
ETA ESSE É NOSSO PAÍS, NOSSO CONGRESSO, NOSSOS POLÍTICOS E CHEFES...

Ex-preso acusado de homicídio toma posse como deputado federal

Réu em dois processos, Chico Tenório passou um ano na prisão e sete meses com tornozeleira eletrônica

03 de janeiro de 2013 | 20h 04
Abordado pelo Estado na saída da solenidade, Tenório estava rodeado de dez pessoas, entre apoiadores e familiares. Ele conduziu a reportagem para um lugar vazio ao lado do plenário da Câmara e, sozinho, se disse inocente dos processos a que responde. "Eu sou inocente, estou provando a minha inocência e estou trabalhando nesse sentido e a Justiça está acompanhando todo o processo. Tenho certeza que vamos chegar ao final mostrando a realidade dos fatos e reconhecendo a vítima que tenho sido nessas acusações", afirmou.
Falando na terceira pessoa, o parlamentar afirmou que "a gente se sente na obrigação de cumprir o dever para o qual fomos eleitos, pelo voto popular". Ele teve 51.864 votos nas eleições de 2010. Questionado se estava incomodado em assumir o mandato com o peso de acusações de homicídio, ele respondeu: "Não, porque nós vivemos num regime democrático onde existe acusações de tudo quanto é natureza contra alguém, principalmente quem exerce as funções públicas, cargos políticos, e a gente é sujeito a esse tipo de acusações, às vezes até levianas, mas nós temos que responder nossos processos e provar a nossa inocência".
Tenório não quis opinar se considerava correta a posse do colega José Genoino (PT-SP), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a seis anos e 11 meses de prisão por formação de quadrilha e corrupção ativa. Ele esquivou-se de falar sobre detalhes dos processos, indicando seu advogado. Por telefone, o defensor dele, Flávio Gomes, afirmou que não tem dúvida de que a Justiça alagoana "foi induzida a erro" nas ações que levaram o cliente à prisão e à colocação da tornozeleira eletrônica. Segundo Gomes, o TJ alagoano está derrubando todas as condenações e acusações feitas pelo ex-coronel Manoel Cavalcante, que, sustenta, lastrearam os processos contra Tenório. Cavalcante, afirma o advogado, fez um acordo de delação premiada implicando seu cliente. "O que há no País é uma sensação de impunidade que, por vezes é saciada, ao punir e prender um agente político", comentou.

Favorito para chefiar Câmara diz que desobedecerá ao STF


Favorito para chefiar Câmara diz que desobedecerá ao STF

Favorito para comandar a Câmara dos Deputados a partir de fevereiro, o líder da bancada do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), disse ontem que, se eleito, não pretende cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal pela cassação automática do mandato dos condenados no julgamento do mensalão.
No mês passado, o STF determinou que os deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT) percam o mandato imediatamente após o fim do julgamento --o que ocorrerá após a análise dos recursos.
A decisão também afeta agora José Genoino (PT-SP), que era suplente e tomou posse ontem na Câmara.
Sergio Lima - 28.mar.2012/Folhapress
Favorito para comandar a Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, discurso no plenário
Favorito para comandar a Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, discurso no plenário
Em entrevista à Folha, Henrique Alves, candidato favorito à presidência da Câmara, afirma que o Congresso não abrirá mão da prerrogativa de dar a palavra final. Isso inclui votação secreta no plenário da Casa, onde uma cassação só ocorre com o apoio de pelo menos 257 dos 513 deputados.
Segundo Henrique Alves, a "Constituição é clara" e, portanto, cada Poder deve ficar "no seu pedaço".
"Não [abro mão de decidir]. Nem o Judiciário vai querer que isso aconteça. Na hora em que um Poder se fragiliza ou se diminui, não é bom para a democracia."
O deputado afirmou ainda que "algum mais desavisado pode ter esquecido", mas a Constituição de 1988 foi elaborada pelos congressistas.
"Cada palavra, vírgula e ponto ali foram colocados por nós. Então, temos absoluta consciência de nossos direitos, deveres, limites e prerrogativas. A questão da declaração da perda do mandato é inequívoca que é do Parlamento", afirma o peemedebista, em plena campanha pela presidência da Casa.
Para ele, o placar apertado da sessão do STF pela cassação --5 votos contra 4-- só reforça seu argumento.
"O Supremo, que trouxe essa polêmica, metade dele concordou que fosse do Legislativo a última palavra. Cabe, realmente, ao poder Legislativo a declaração da perda do mandato", afirmou, acrescentando que todo o rito de um processo de cassação tem de ser aplicado.
A decisão sobre a prerrogativa de cassar mandatos legislativos é motivo de tensão entre Congresso e STF desde o mês passado. Marco Maia (PT), atual presidente da Câmara, também disse que não cumpriria a decisão.
Ministros do STF reagiram à declaração do petista. "O equivocado espírito de solidariedade não pode justificar afirmações politicamente irresponsáveis, juridicamente inaceitáveis, de que não se cumprirá uma decisão do Supremo Tribunal Federal revestida da autoridade da coisa julgada", disse Celso de Mello durante sessão do STF.
Para ele, eventual descumprimento pode configurar o crime de prevaricação.
Em resposta, o presidente da Câmara atribuiu a declaração do ministro ao seu estado de saúde. Na ocasião, Celso de Mello se recuperava de uma forte gripe
A tensão manteve-se até quatro dias antes do Natal, quando não estava descartada a hipótese de o presidente do Tribunal, ministro Joaquim Barbosa, acolher pedido de prisão imediata dos condenados. Marco Maia cogitou até a hipótese de oferecer abrigo aos deputados.
Afirmando que essa "não é para ser uma guerra de Poderes", Henrique Eduardo Alves diz que, passado o "momento de emoção", confia no senso de responsabilidade do Legislativo e do Judiciário.
"Queremos um Judiciário forte, também, respeitado. Não precisa ser popular. Mas forte, respeitado por todos nós. Então, cada um no seu pedaço. Na hora em que o STF chegar às suas decisões, vamos cumprir as nossas obrigações, formalidades legais que devem ser apreciadas."
Folha de São Paulo