sábado, 17 de maio de 2008

Escritora Zélia Gattai Amado morre em Salvador

Romancista estava internada havia 31 dias no Hospital da Bahia FAMOSIDADES
Em São Paulo (Atualizada às 18h06)

A escritora Zélia Gattai morreu às 16h30 deste sábado (17) devido a uma parada cardíaca, no Hospital da Bahia, em Salvador, onde ela estava internada havia 31 dias. Zélia foi internada para desobstrução do intestino e, durante a operação, os médicos encontraram um tumor de aproximadamente 14 centímetros no órgão da romancista. Após a cirurgia, a escritora foi levada para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e chegou a ter um quadro de melhora. Porém, nesta sexta-feira (16), os boletins médicos de Zélia mostraram uma piora grande em seu estado de saúde e já consideravam o caso irreversível. Por conta disso, seus familiares foram autorizados a ficar com Zélia dentro da UTI. Durante todo o domingo, o corpo da romancista será velado no cemitério do Jardim da Saudade, onde também acontecerá a cremação. As cinzas serão jogadas no mesmo lugar das de Jorge Amado, na casa onde o escritor viveu nos seus últimos 40 anos de vida.

As informações são da TV Globo.

1° PARADA DO ORGULHO LOUCO

O evento marca o encerramento da Semana de atividades promovidas pelo Coletivo de Entidades Organizadoras da Semana da Luta Antimanicomial na Bahia, e contará com Exposição de artesanatos produzidos por usuários do Serviço de Saúde Mental além de apresentações de capoeira, samba de roda, performances circenses e shows musicais. ATRAÇÕES: BANDA AFROGROOVE , ILÊ AYÊ, BARLA VENTO, SILAS GIRON, SOMBRA SONORA, GUGA LIBERTUS,DJ´S CHARLES E NETUNO QUANDO: 17/05 (SÁBADO) CONCENTRAÇÃO: PORTO DA BARRA - 10 DA MANHÃ Maiores informações: tsmcrp03@veloxmail.com.br ou pelo site http://www.loucurassa.blogspot.com

Celular...Não use-o carregando






Slide com fotos e dados de acidentes com aparelhos celular carregando confira...

EU, sentar ao lado de um negro?????

( FOLHA DE SÃO PAULO / março 2006 )

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.'Qual o problema, senhora'?, pergunta uma comissária. 'Não está vendo? - respondeu a senhora'. - 'Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'. 'Por favor, acalme-se - disse a aeromoça -'.'Infelizmente, todos os lugares estão ocupados'. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'. A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. 'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica'. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua: 'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'. E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe... ' E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé. Se você é contra o racismo, envie esta mensagem aos seus amigos, mas não a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.' 'O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons .'

domingo, 11 de maio de 2008

Wagner diz que só pretende reintegrar demitidos da PM após manifestação judicial

Biaggio Talento, da Agência A Tarde
O governador Jaques Wagner (PT), que começou sua vida política no movimento sindical, manifestou descontentamento com greves em setores essenciais que causam transtornos à população. Chegou a qualificar de “burrice” o travamento do tráfego de Salvador pelo Sindicato dos Rodoviários. Ao ser perguntado durante a entrevista que concedeu ao jornal A TARDE (cuja maior parte foi publicada na edição do último domingo) sobre a razão de os demitidos da Polícia Militar no governo do PFL não terem sido reintegrados à tropa, Wagner lembrou não ter defendido a quebra da linha hierárquica, em especial numa corporação militar: “Nunca fui dos que estimulei o sargento pegar em arma e apontar ao capitão.”Ele disse ter externado esse conceito “na época” (da greve de 13 dias da PM, em 2001). “Quem anda com uma arma na cintura para dar segurança à população, o seu direito à rebeldia é limitado, sinto muito”, disse, esclarecendo que está em curso o processo de reintegração dos 18 demitidos da PM que sempre alegaram terem sido excluídos da corporação por perseguição política do então governador César Borges na época do PFL e hoje no PR, que integra a base política do governador Wagner.Há um ano e cinco meses, a Associação dos Policiais da Bahia (Aspol) cuja diretoria é integrada por ex-demitidos, cobra o cumprimento da promessa de readmitir todos os perseguidos políticos nos governos passados. Sindicalistas como o sargento José Lourenço Dias, presidente da Aspol, foi um dos que apareceram no programa político de Wagner, na campanha de governador em 2006, reclamando da perseguição dos pefelistas e exibindo contracheque de PM para mostrar que, na época, o salário dos soldados baianos era um dos piores do Brasil. A Aspol reclama de que os demitidos já obtiveram na Justiça mandados de reintegração de posse e o retorno dependeria da vontade política do novo governo.Wagner explicou já ter feito a reintegração “se não me engano, de sete” e, ao ser indagado por que os outros também não foram, apesar de possuírem os mandados de reintegração, declarou: “Se for decisão judicial, não tem o que discutir. Agora precisa saber se a decisão judicial transitou em julgado, porque o cidadão ganha na primeira e eu, como Estado, tenho que recorrer.Se transitar em julgado e eu não cumprir uma ordem judicial, posso até receber ordem de prisão. Se alguém tem ordem judicial transitado em julgado é óbvio que já teria que ter cumprido”. Wagner insistiu que, enquanto não houver uma decisão judicial definitiva, é preciso estudar “caso a caso”, ponderando que não haverá problema em conceder anistia a quem mereça, mas ressalvou: “Não vou dar salvo conduto a qualquer tipo”. Burrice – O assunto propiciou ao governador manifestar sua insatisfação com as categorias de trabalhadores que realizam greves prejudiciais à sociedade, posição que garantiu ostentar desde a sua época de sindicalista. Ele apontou a impossibilidade de médico que atua no setor de emergência parar, mas foi mais crítico em relação aos rodoviários que vem realizando paralisações em Salvador transtornando a cidade em horários críticos como ocorreu semana passada.“Por exemplo, acho que pára o ônibus, mas não pode ‘empatar’ a vida dos outros. Você pára numa fila, faz seu protesto, mas deixa a vida das pessoas continuar. Até porque é uma burrice quando você ‘empata’, você chama a ira de todo mundo contra a sua causa e não a simpatia; o cidadão está indo para o aeroporto e é interrompido, ele pensa: ‘Pô, o que tenho a ver com isso? Eles querem brigar contra o governo e empatam minha vida?’”. Quem comanda o Sindicato dos Rodoviários de Salvador é o deputado J. Carlos, do PT, um dos quatro postulantes a ser o candidato petista na eleição de prefeito de Salvador.